O Presidente lembrou que “o trabalho tem de compensar, pagar a renda, a alimentação e o futuro dos filhos”. Chama-se dignidade e devia ser uma coisa que todos queremos para todos. Há cerca de meio milhão de pessoas que trabalham e, mesmo assim, são pobres. Esta é a mais urgente de todas as reformas: a que retoma o peso crescente da compensação dos trabalhadores em percentagem do PIB